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InfinitePay: vale a pena em 2026?

A InfinitePay é uma das adquirentes que mais cresceu no Brasil nos últimos anos, conhecida por taxas agressivas, Pix gratuito e por ter um modelo de planos que "evolui" sozinho conforme o seu faturamento aumenta. Adquirente, vale explicar, é a empresa que processa a transação do cartão e repassa o dinheiro para a sua conta. Neste review, vamos ver se a InfinitePay vale a pena em 2026, olhando taxas, prazo de recebimento, suporte e — principalmente — pra quem ela faz sentido.

O diferencial da marca é o sistema de faixas automáticas: você começa no plano Novus (entrada) e, à medida que vende mais, sobe para Crescere, Magnus e, no topo, Optimus (acima de R$ 80 mil por mês), que tem as menores taxas anunciadas. Ou seja, quanto mais você fatura, menos paga — sem precisar renegociar manualmente.

Taxas

As taxas variam conforme o plano em que o seu CNPJ está enquadrado. A InfinitePay divulgou abertamente os números das pontas — o plano de entrada (Novus) e o plano topo (Optimus). As faixas intermediárias (Crescere e Magnus) não tiveram taxas detalhadas publicamente. Os valores abaixo são as taxas-percentual (o chamado MDR, a fatia que a maquininha desconta de cada venda):

Bandeira/TipoNovus (entrada)Optimus (topo)
Pix0%0%
Débito1,37%0,75%
Crédito à vista3,15%2,69%
Parcelado 12x12,40%8,99%

O grande destaque é o Pix gratuito (0%) em todos os planos — você recebe 100% do valor da venda via Pix. Vale entender também que "crédito à vista" é quando o cliente paga em uma parcela só, e "parcelado 12x" é quando ele divide em 12 vezes; quanto mais parcelas, maior a taxa, porque você antecipa o dinheiro que o banco do cliente só pagaria mês a mês.

ℹ️
Taxas consultadas em maio de 2026. Confirme no site oficial antes de contratar.

Prós

Contras

Pra quem recomendamos

A InfinitePay faz muito sentido para quem vende bastante por Pix e débito e quer fugir de taxas altas — caso de salões de beleza, prestadores de serviço e pequenos comércios que estão crescendo. Como o plano evolui com o faturamento, ela premia quem vende mais. Se a sua prioridade é pagar o mínimo possível, vale conferir nossa lista das maquininhas com menor taxa.

Por outro lado, se você fatura pouco e parcela muito no crédito, as taxas do plano de entrada podem não compensar — nesse caso, compare com alternativas no mesmo perfil, como na nossa comparação InfinitePay vs Ton.

Veredicto

A InfinitePay vale a pena em 2026 principalmente para negócios que vendem por Pix e débito e que faturam o suficiente para subir de plano — aí as taxas ficam realmente competitivas e o recebimento em 1 dia útil sem custo extra é um baita diferencial. A ressalva fica para quem está começando ou parcela muito: as taxas de entrada não são as mais baixas do mercado e a falta de transparência nas faixas intermediárias incomoda. Se você quer entender melhor termos como esse percentual cobrado, veja nosso glossário da taxa de débito. No geral, é uma escolha forte para quem prioriza Pix grátis e tem volume de vendas em crescimento.